Faço parte da Frente Parlamentar de Enfrentamento ao CRACK da Assembleia Legislativa e desde maio estávamos cobrando das Autoridades de todos os níveis e poderes ATITUDE em relação à situação da Cracolândia, aliás, das “Cracolândias” diante das suas ramificações nas zonas leste e sul.
Cheguei ao ponto de ir à Cracolândia todos os dias e gravar o tráfico e o consumo no local, sem que nenhuma providência fosse tomada. Mostrava os vídeos no Expediente do Plenário da Assembleia e meus colegas deputados faziam “cara de paisagem”, como se estivessem assistindo a um filme de ficção.
Cobrei, até com indelicadeza (e peço desculpas), o Comandante Geral da PM Cel. Camilo, quando o mesmo compareceu na comissão de Segurança Pública da Assembleia em setembro, sem me aperceber que ele na sua legitima e própria fidelidade ao governo não poderia jamais admitir a omissão governamental na área da Saúde, Assistência Social, Justiça e Segurança.
A Polícia coletou informações, planejou, agiu e apresenta-se disposta a permanecer no terreno impedindo o retorno. Cabe às demais áreas de governo dar suporte às necessidades decorrentes.
É preciso combater, prender e destruir a estrutura do tráfico, identificar os policiais mancomunados com os traficantes e tratar os viciados.
O CRACK é um problema de toda a sociedade, muito complexo e de difícil solução, mas o papel da polícia é combater o criminoso. Não adianta ficar nos quartéis e delegacias filosofando sobre os problemas sociais e de saúde Pública.
Bandido respeita FORÇA (não violência) igual ou maior que a dele.
Vamos acompanhar e apoiar.
Parabéns a Polícia de São Paulo, orgulho do Povo Paulista.